KOONIKKEY
LIBELULA DE ORIENTE - CONTO
SEM REVISÃO
Enfim, fiz setenta e sete anos. No dia 15 de Agosto de 2025, eu acho que quis ser uma libélula. Libélula de oriente, exatamente. Antes disso, em outro momento, deparei com a graça da libélula em seu voo aparentemente despropositado. Nesse momento, cheguei a imaginar que mesmo assim, poderia ter vindo de oriente, muito longe. Tentei filmar um pouco mas os saltimbancos principal motivo da graça vista aos olhos das pessoas só me permitia recortes fotográficos que logo abandonei. Deveria contemplar seu movimento, pouso e repouso e seguida retomada do seu voo saltitante, na sua leveza.
Era um voo de oriente, quase certeza, mas não era uma preocupação. É que às vezes, nós quedamos inadvertidos a imaginar como as libélulas, de vida tão curta, mesmo assim espraiam felicidade ao seu redor. Uma sensação de pertencimento nos leva a flutuar na natureza em abandono a tudo o mais.Um pouco planejando como seria aos noventa anos ou mais, nesse sonho de poder vivenciar novos momentos que retroagirão ao passado de quase um século, você se queda ao perceber que nem tudo que viveu foi bem incorporado ou compreendido, como deveria ser.
Nenhuma libélula, ave, planta ou flor vão te descrever a trajetória de suas vidas. Natureza que nós em nossa vã sabedoria ignorante já queremos decifrar, classificar e incluir no nosso mundo, digo nosso mundinho que é uma gotinha no mundo e muito, mas muito menor, no universo. Somos nós...Mas, porque estou especulando sobre a inevitabilidade da vida e sobre as influencias que amealhei para vir a ser o que sou hoje como se estivesse realizando um compreensível inventário? Já se disse que, quem acha que sabe...não sabe nada!Assim é. Ontem, dia 15 de agosto de 2025, li uma matéria no jornal Folha de S. Paulo que, em um passado pouco distante o país asiático foi um território anexado brutalmente pelo vizinho Japão.Diante dessa reafirmação, que expõe os 80 anos depois da ocupação da Coréia pelo Japão, tenho que dizer que fiquei chocado, de uma forma diferente: mais chocante do que anteriormente.
No meio disso tudo, poderia ser uma libélula ou considerar que eu era uma libélula, mas, no meio disso tudo, não sou uma libélula, eis que sou um ser humano, cidadão brasileiro, descendente de japoneses, sendo que minha mãe já havia nascido aqui no Brasil e o meu pai, imigrante, quase que migrante tendo chegado ao Brasil, em São Paulo, pouco antes de 1945. E aqui estou, diante desse fato que continua chocante, querendo dizer: cara! Não é mole! Não é brincadeira a vida que levamos e com isso, tentando ser feliz, de uma forma ou de outra, quer dizer, dentro do possível.É preciso lembrar que, em algum momento das minhas pesquisas para aprofundar o meu conhecimento e assim consolidar a base sobre a qual desenvolveria o tema do romance que eu desejava escrever, me deparei com a história da presença no Japão de um tal Comodoro que ali aportou com o seu poderoso navio para chamar o Japão a participar das relações internacionais, isto é, abrir os portos da nação para o comércio internacional, pensei em um dia, pesquisar sobre o assunto.
Naquele momento, o que mais me chamava a atenção era o relato sobre Murasaki Shikibu, romancista, dama da corte no período Heian (794 – 1185) que escreveu “Gengi Monogatari” considerado um dos primeiros romances literários do mundo. Concluído meu romance sob o título Yawara! A Travessia Nihondin Brasil, não deixei de anotar essa importante personagem.Mas, ficou na lembrança a necessidade de estudar as transformações que o Japão passou desde que deixou de ser um povo e uma nação fechada e desconhecida e nesse caso, poderia começar investigando a origem da presença desse tal de Comodoro aportado no Japão com o objetivo explícito de exigir a abertura dos portos ao comercio internacional.Em geral, era conhecida a história da participação do Japão na Segunda Guerra Mundial, com o ataque a Pearl Harbour, uma base que os Estados Unidos tinha no Havaí, sofrendo, em seguida o monstruoso ataque com duas bombas atômicas, atiradas pelos Estados Unidos, uma em Hiroshima e outra em Nagasaki, no dia 6 de Agosto de 1945.
Logo após esses ataques, o Japão se rendeu.Esse relato mínimo tem sido, ao longo do tempo, considerado o fecho tenebroso sobre a participação do Japão na Segunda Guerra Mundial. No mesmo dia 15 de em que lí a reportagem do jornalista Daigo Oliva, sobre o ataque e anexação da Coréia, o Consul Geral da China em São Paulo, Yu Peng fez também um relato das atrocidades da guerra entre a China e o Japão no período de 1931 a 1945, com a rendição do Japão ao final da Segunda Guerra Mundial. Daigo Oliva assim se expressou: “Quem apenas conhece os produtos do soft power sul-coreano, de astros do k-pop, produções de k-drama, gastronomia, cosméticos e sucessos de filmes e seriados como "Parasita" e "Round 6", mal imagina que em um passado pouco distante o país asiático foi um território anexado brutalmente pelo vizinho Japão. Por 35 anos, de 1910 a 1945, não por acaso o ano do fim da Segunda Guerra Mundial, o império nipônico impôs um regime colonial à então Coreia (a separação entre Norte e Sul só ocorreria no pós-guerra)”.
Ainda chocado com essa reportagem, a segunda matéria, na própria Folha de S. Paulo, escrita pelo colunista convidado, Yu Peng, cônsul-geral da China em São Paulo, que fez um triste relato da guerra do Japão com a China no período de 1931 a 1945, fiquei muito mal, me senti agredido por tamanha atrocidade e foi nesse momento que considerei que eu fui uma libélula todo esse tempo. Como libélula, queria saber em que momento o Japão, terra e civilização dos meus ancestrais, passou a adotar essa postura belicosa, os motivos que levaram ao ataque a Pearl Harbor e o revide atômico pelos Estados Unidos com as bombas atômicas em Hiroshima e em Nagasaki que matou cerca de 70 mil pessoas naquele momento e mais outras 60 mil, aproximadamente, no decorrer do mesmo ano, como consequências do efeito atômico. Akitsu era o nome que se dava às libélulas no Japão arcaico, isto é, desde os anos 700 d.C., o livro de história mais antigo do país, o Kojiki, se referia ao Japão como “Akitushima”, ou ilha das libélulas. No Japão, as libélulas se proliferam nos campos alagados de plantação de arroz, onde botam os seus ovos.
Então, se você quiser ser uma libélula de oriente, tudo a ver. Porque essa insistência para que as pessoas se considerem libélulas? Não é que eu esteja querendo que nós, os nikkeys, descendentes de japoneses no Brasil nos transformemos magicamente em libélulas, “Akitsu” como se falava antigamente no Japão. É que, por mais que você seja realista, seja o que não é para se manter firme e coerente, é difícil nesse mundo, aceitar que o mundo é feito de guerras, atrocidades e destruição.
Penso que, possivelmente, nessa hora em que você esteja entretida ou entretido com seus trajetos ou seguimento, talvez, penso eu, você esteja sendo também libélula, como sou de vez em quando e seguimos em frente...Parece-me que seja possível ser libélula sem mesmo saber que o é, isto, no dizer meu. Não quero afrontar, induzir ou criar cisma sobre essa idéia. Estou apenas relatando minha percepção sobre as coisas da vida, como ela é, como elas são, no meu modo de pensar.Mas, veja bem, as libélulas vivem no máximo algumas semanas, dizem. Tem relato de que algumas espécies vivem por vários meses. Então, a vida é curta mas elas se reproduzem com facilidade e procriam para a eternidade.
Pode parecer um certo conformismo ou mesmo um niilismo que procura te afastar da realidade, mas não é isso. Aliás, é exatamente para dizer que ao se constatar como libélula você, eu, nós, estamos querendo dizer que sabemos de tudo que circula à nossa volta. É isso. Então, nós é que podemos dizer: O que você está fazendo?
E assim, com o nosso poder mágico, vamos repassando às pessoas, mesmo que seja apenas um poder mental, a questão – o que você está fazendo? De forma que, ao diferir, uma percepção da outra aconteça no senso mundial. Você terá percepção maior ao seu redor, ao nosso.
Fique calma, fique calmo. Fiquem tranquilos e tranquilas, pois há o sentimento de que nós, as libélulas na nossa humilde e ingênua presença estejamos causando.
‘Por favor’, diz, em português, imperador do Japão ao receber Lula em palácio

RICARDO STUCKERT / PR
Lula e a primeira-dama, Janja, ao lado do Imperador Naruhito e da Imperatriz Masako em Tóquio, no Japão
Imperador do Japão visitou Brasil três vezes e tocou com orquestra sinfônica de São Paulo
Fatima KamataRole,De Tóquio (Japão) para a BBC News Brasil25 março 2025O imperador Naruhito, entronado no Japão em 2019, esteve no Brasil três vezes, onde visitou várias cidades e se engajou em atividades culturais, numa demonstração da importância do país para a Casa Imperial japonesa.Naruhito recebeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesta segunda-feira (24/3) no Palácio Imperial em Tóquio, onde ambos se reuniram em um encontro reservado.O presidente brasileiro escolheu a Ásia como destino de sua primeira viagem internacional de longa distância após complicações do acidente doméstico que sofreu em outubro.Lula desembarcou em Tóquio com dois itens principais na pauta de comércio: o pleito de longa data para que o Japão libere a compra de carne bovina e suína do Brasil e o avanço nas discussões de um acordo entre Mercosul e Japão.
Artista brasileiro Hiro Kawahara ganha prêmio de ouro do 18º International Manga Award
Por Redação Made in Japan - 21 de janeiro de 2025

A HQ A Sereia da Floresta, do autor brasileiro Hiro Kawahara, lançada pela Editora JBC em 2023, foi a obra vencedora do prêmio de ouro do 18º International Manga Award, concurso promovido pelo Ministério de Negócios Estrangeiros do Japão.O quadrinho foi lançado em sua nova edição especial com o selo Start!, da JBC, com capa inédita e conteúdos extras e pode ser encontrado em livrarias e comic shops de todo o Brasil. O aclamado Hiro Kawahara esbanja talento em sua história de fantasia sombria sobre o ciclo da vida e sobre os temores e as ambições que guardamos em nosso coração ao contar a história de uma sereia que, sem opção, se vê obrigada a fazer um pacto com seres sobrenaturais para poder sobreviver.Em sua 18ª edição, o concurso recebeu 716 inscrições de 95 países e selecionou 15 obras, sendo uma com o prêmio de ouro, três de prata e onze de bronze. Na lista de premiados, o brasileiro Cassio Ribeiro também ganhou destaque com a HQ “Última Chamada para Deixar a Terra”, com o prêmio de bronze.Essa á a primeira vez que uma obra brasileira recebe o prêmio máximo do concurso. Até então, o Brasil já tinha sido agraciado com o prêmio de prata com a obra Ye (Guilherme Petreca), e o prêmio de bronze com Romaria (Jun Sugiyama e Alexandre Carvalho), Amarelo Seletivo (Ricardo Tayra e Talessak), Reward (Okagawa Kenji), Fujie and Mikito (Yuri Andrey e Marcelo Costa), Ritos de Passagem (Lucas Marques), Pequena Loja de Horrores (Rafaella Ryon) e Holy Avenger (Érica Awano e Marcelo Cassaro).O vencedor deste ano, Hiro Kawahara, participará da cerimônia oficial de entrega do certificado em Tóquio em março de 2025, incluindo ainda passeios pelo Japão, visitas a editoras de mangás e encontro com quadrinistas japoneses.
Studio Ghibli
Por wikipedia

Studio Ghibli, Inc. (株式会社スタジオジブリ, Kabushiki gaisha Sutajio Jiburi)[3] é um estúdio de animação japonês sediado em Koganei, Tóquio.[4] Tem forte presença na indústria de animação e ampliou seu portfólio para incluir diversos formatos de mídia, como curtas-metragens, comerciais de televisão e dois filmes para televisão. Seu trabalho foi bem recebido pelo público e reconhecido com inúmeros prêmios. Seu mascote e símbolo mais reconhecível, o personagem Totoro, é um espírito gigante inspirado em cães-guaxinim (tanuki) e gatos[5] do filme de 1988 Tonari no Totoro. Entre os filmes de maior bilheteria do estúdio estão Sen to Chihiro no Kamikakushi (2001), Hauru no Ugoku Shiro (2004) e Gake no ue no Ponyo (2008).[6]



Hayao Miyazaki
Toshio Suzuki
Isao Takahata
Suzuki e Takahata fundaram o Studio Ghibli em 1985, ao lado de Yasuyoshi Tokuma.
O Studio Ghibli foi fundado em 15 de junho de 1985, pelos diretores Hayao Miyazaki e Isao Takahata e pelo produtor Toshio Suzuki, após adquirir os ativos da Topcraft. O estúdio também colaborou com estúdios de videogame no desenvolvimento visual de diversos jogos.[7]Cinco dos filmes do estúdio estão entre os dez longas-metragens de anime de maior bilheteria feitos no Japão. Sen to Chihiro no Kamikakushi está em segundo lugar, arrecadando 31,68 bilhões de ienes, e Mononoke Hime está em quarto lugar, arrecadando 20,18 bilhões de ienes. Três de seus filmes ganharam o prêmio Animage Grand Prix, quatro ganharam o Prêmio da Academia Japonesa de Animação do Ano e cinco receberam indicações ao Oscar. Sen to Chihiro no Kamikakushi ganhou o Urso de Ouro de 2002 e o Oscar de Melhor Filme de Animação de 2003.[8]Em 3 de agosto de 2014, o Studio Ghibli suspendeu temporariamente a produção após a aposentadoria de Miyazaki. Em fevereiro de 2017, Suzuki anunciou que Miyazaki havia saído da aposentadoria para dirigir um novo longa-metragem, Kimitachi wa Dō Ikiru ka (2023).[9][10] Em setembro de 2023, a Nippon TV anunciou que o Studio Ghibli se tornaria uma unidade da Nippon Television Holdings em outubro.[11]
O nome "Ghibli" foi escolhido por Miyazaki do substantivo italiano ghibli (também usado em inglês), uma italianização do nome árabe líbio para um vento quente do deserto (جبلي; ghiblī)
Koonikkey.com - 28 de março de 2025.
PROJETO KOONIKKEY - MANGÁ EM MOGI DAS CRUZES
A partir do lançamento do livro AS AVENTURAS DE KOOTARO – LIVRO HISTÓRICO PARA MANGÁ, do escritor Júlio Miyazawa com a proposta de realização de uma maratona de lançamento do livro, criamos este site para divulgar o projeto e convidar pessoas interessadas à participação, tendo o site como instrumento de centralização e interação das atividades da maratona. Veja mais em Projeto Koonikkey.

"Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar. "
- Bertolt Brecht
OLIMPIADA 2024 - BRASIL NA FRANÇA
Rebeca Andrade supera Biles no solo, ganha ouro e se despede de Paris eternizada

Com o ouro conquistado no solo, Rebeca Andrade se torna a maior medalhista da história do Brasil nas Olimpíadas, deixando para trás Robert Scheidt e Torben Grael, lendas da vela. A ginasta chegou a seis medalhas olímpicas.Em Paris, Rebeca Andrade havia sido bronze por equipes e prata no individual geral e no salto. Nas Olimpíadas de Tóquio-2020, a ginasta foi ouro no salto e prata no individual geral.
Com ouro de Bia Souza, Brasil registra melhor participação no judô em Olimpíadas


Bia Souza bateu a israelense Raz Hershko e conquistou a medalha de ouro no judôBia Souza bateu a israelense Raz Hershko na final da categoria acima de 78 kg nesta sexta-feira (2), conquistando a primeira medalha de ouro do Brasil nos Jogos Olímpicos de Paris.
Além do ouro inédito, a conquista de Bia garantiu a melhor participação da história do judô brasileiro em Olimpíadas, com três medalhas, sendo uma de ouro, uma de prata (William Lima) e uma de bronze (Larissa Pimenta).
A delegação brasileira somou quatro medalhas nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, sendo uma de ouro (Sarah Menezes) e três de bronze (Felipe Kitadai, Rafael Silva e Mayra Aguiar).O judô é o esporte que mais gerou medalhas para a delegação brasileira na história da competição, com 27. Em segundo lugar está o atletismo, com 20 conquistas.A primeira medalha da história do Brasil no judô dentro das Olimpíadas veio em 1972, nos Jogos de Munique, com o judoca Chiaki Ishii, na categoria até 93 kg.O primeiro ouro brasileiro na modalidade veio apenas em 1988, na edição de Seul, quando Aurélio Miguel bateu o alemão Marc Meiling na decisão da categoria até 95 kg.
Augusto Akio, o 'Japinha', brilha na última volta e fatura bronze para o Brasil no skate park nas Olimpíadas


O Brasil é bronze no skate park masculino nas Olimpíadas! Augusto Akio, o 'Japinha', conquistou nota 91.85 e ficou na terceira posição. Keegan Palmer, com o ouro, e Tom Schaar, com a prata, completaram o pódio.
Os outros brasileiros ficaram no quase na decisão, com Pedro Barros na quarta posição e Luigi Cini em sétimo.
A primeira rodada foi ruim para quase todo mundo. Os seis primeiros skatistas acabaram caindo e ficaram com notas baixas. Somente Tom Schaar, número 4 do ranking mundial e sétimo a se apresentar, foi o primeiro a completar a volta, com nota 90.11.
Atual campeão, o australiano Keegan Palmer fechou a primeira série com uma corrida impressionante e arrancou dos jurados um 93.11.
Na abertura da segunda volta, Augusto Akio ia fazendo uma grande volta, mas caiu faltando sete segundos e fechou com 81.34. Luigi Cini, por sua vez, caiu no início novamente.
Medalhista de prata em Tóquio, Pedro Barros foi o primeiro brasileiro a conseguir completar sua corrida e recebeu um 86.41.
Número 1 do ranking mundial, o americano Tate Carew conseguiu acertar sua segunda volta e recebeu um 91.17 para se colocar de vez na briga pelo pódio.
Mas, na segunda volta, quem brilhou mesmo foi Tom Schaar. Sob aplausos de Tony Hawk e Snoop Dogg, o americano recebeu 92.23, subindo para o segundo lugar.
A terceira e última corrida já foi melhor para Augusto Akio. O 'japinha', melhor brasileiro dentro do ranking, conseguiu fazer sua primeira volta completa, conseguindo um 91.85.
Rayssa Leal faz história outra vez e conquista o bronze no skate street das Olimpíadas de Paris
Skatista reage na última manobra e se torna a atleta mais jovem a subir ao pódio em edições diferentes de Jogos Olímpico


Rayssa Leal estava em casa no Parque Urbano La Concorde. Com as arquibancadas cheias de torcedores brasileiros, a atleta recebeu apoio em todos os momentos da final do skate street feminino. Era o palco perfeito para fazer história – outra vez. Com somatório de 253,37, Rayssa conquistou a medalha de bronze no skate street dos Jogos de Paris e, aos 16 anos, se tornou a mais jovem a subir ao pódio em edições diferentes de Olimpíadas. Ela tinha conquistado a prata em Tóquio 2020.
Comissão de Anistia aprova pedido de perdão a imigrantes japoneses por perseguição durante 2ª Guerra
Comunidade nipônica alega que foi perseguida e torturada durante governos de Getúlio Vargas e Eurico Gaspar Dutra
Por Afonso Ferreira, Beatriz Borges.

Comunidade nipônica comemora resultado na comissão da Anistia — Foto: Afonso Ferreira/ TV Globo
A Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos aprovou, em decisão unânime nesta quinta-feira (25), um pedido de reparação coletiva a imigrantes japoneses que, segundo a comunidade nipônica, foram perseguidos e torturados durante os governos de Getúlio Vargas e Eurico Gaspar Dutra.
O pedido foi feito por Mario Jun Okuhara e Associação Okinawa Kenjin do Brasil em nome da coletividade de imigrantes japoneses e de seus descendentes.
Em 2021, durante o governo Bolsonaro, a Comissão de Anistia indeferiu o pedido da comunidade japonesa, que recorreu. Agora, a nova composição da Comissão julgou o caso, novamente.
Japoneses detidos
A relatora do processo foi Vanda Davi Fernandes de Oliveira. Segundo a comissão atual " há farta documentação comprobatória da perseguição política sofrida pela comunidade de imigrantes japoneses e de seus descendentes perpetrada pelo Estado."
Durante o voto, a relatora lembrou que o requerente do processo relatou, em nome da Comunidade Japonesa no Brasil sobre a perseguição política sofrida por 172 imigrantes japoneses detidos no Instituto Correcional Ilha Anchieta entre os anos de 1946 e 1948.
Ana Maria Tamashiro, lembrou do episódio que ficou conhecido como evacuação de Santos.
“O sonho do imigrante japonês, morador da cidade de Santos, tornou-se pesadelo quando em 8 de julho de 1943 todos os japoneses residentes na região litorânea de Santos tiveram que deixar as suas casas em 24 horas. Foram momentos de muita angústia, medo e insegurança que só quem vivenciou pode descrever os horrores sentidos nessas 24 horas. Foram momentos de muita angústia, segundo os relatos, os soldados chegavam nas casas pedindo que se retirassem em 24 horas, mas na realidade, para a grande maioria, foi apenas algumas horas, pois era marcada o horário que teriam que estar na estação de trem”.
Apoio à Alemanha nazista
Durante o Governo Vargas, o Brasil declarou apoio à Alemanha Nazista e manteve locais de confinamento e reclusão. Um destes campos ficava na cidade Tomé-Açu, no Amazonas. Em 2011, a Assembleia Legislativa do estado fez um pedido oficial de desculpas aos imigrantes pelos abusos cometidos durante o período.
CHICO BUARQUE - VAI PASSAR

Vai passar Nessa avenida um samba popular Cada paralelepípedo Da velha cidade Essa noite vai Se arrepiar Ao lembrar Que aqui passaram sambas imortais Que aqui sangraram pelos nossos pés Que aqui sambaram nossos ancestrais Num tempo Página infeliz da nossa história Passagem desbotada na memória Das nossas novas gerações Dormia A nossa pátria mãe tão distraída Sem perceber que era subtraída Em tenebrosas transações Seus filhos Erravam cegos pelo continente Levavam pedras feito penitentes Erguendo estranhas catedrais E um dia, afinal Tinham direito a uma alegria fugaz Uma ofegante epidemia Que se chamava carnaval O carnaval, o carnaval (Vai passar) Palmas pra ala dos barões famintos O bloco dos napoleões retintos E os pigmeus do bulevar Meu Deus, vem olhar Vem ver de perto uma cidade a cantar A evolução da liberdade Até o dia clarear Ai, que vida boa, olerê Ai, que vida boa, olará O estandarte do sanatório geral vai passar Ai, que vida boa, olerê Ai, que vida boa, olará O estandarte do sanatório geral Vai passar
BRASIL UMA REVOLUÇÃO DEMOCRÁTICA
MADONNA VEIO CONFERIR

5.mai.2024 à 0h42
Durante a performance de "Music" em seu show na praia de Copacabana, neste sábado (4), Madonna exibiu fotos de ícones brasileiros de diferentes áreas. Entre eles, estava Marielle Franco, vereadora carioca assassinada em 2018.
Show da cantora Madonna na praia de Copacabana, Rio de Janeiro - Roberto Dias/Folhapress
O telão atrás das cantoras exibiu ainda fotos de Pelé, Daniela Mercury, Mano Brown, Elza Soares, Maria Bethânia, Caetano Veloso, Erika Hilton, Marta e Fernanda Montenegro.
Madonna faz homenagem a Renato Russo, Cazuza e mortos pela Aids no Rio
Cantora emendou 'Storm' com 'Live to Tell' durante performance na praia de Copacabana para lembrar famosos e anônimos
4.mai.2024 às 23h38
Leia: Júlio Miyazawa - Madonna veio conferir a revolução.
ENCHENTE NO RIO GRANDE DO SUL
PODE PIORAR NOS PRÓXIMOS DIAS
FOTO UOL- 06052024

Lula recebe primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, no Palácio do Planalto
Fumio Kishida e o presidente brasileiro farão reunião fechada, seguida de assinatura de atos e declaração à imprensa. Comércio de carne bovina e cooperação ambiental estarão na pauta.
Por Guilherme Mazui, Pedro Henrique Gomes, g1 — Brasília
03/05/2024 09h38
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KOONIKKEY EM NOTÍCIAS
37º Festival Akimatsuri começa neste sábado em Mogi; veja programação10/04/2024 LANÇAMENTO DA COLETANEA COM KOOTARO - LEIA MAIS
‘Oppenheimer’ finalmente estreia nos cinemas do Japão
16042024 -Vice-prefeita de Mogi, Priscila Yamagami falou... veja em Koonikkey noticias
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PARA MANGÁ EM MOGI DAS CRUZES
LANÇAMENTO DO LIVRO "AS AVENTURAS DE KOOTARO"
PARTICIPE DA MARATONA DE MANGÁ PARA O LANÇAMENTO DO LIVRO HISTÓRICO PARA MANGÁ
Autor: Júlio Miyazawa
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Local:
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O que é o projeto Koonikkey
PROJETO KOONIKKEY PARA MANGÁ
VENHA PARTICIPAR!
MARATONA KOONIKKEY EM ABRIL DE 2024
- O QUE É O PROJETO KOONIKKEY
- REGULAMENTO
- INSCRIÇÃO
- FORMAS DE PARTICIPAÇÃO
Para o lançamento do livro As Aventuras de Kootaro, vamos organizar uma maratona para que as aventuras narradas sejam utilizadas na produção de mangás com a participação de pessoas da comunidade nipo-brasileira de Mogi das Cruzes (SP).
NOTAS SOBRE O PROJETO
Participantes deverão produzir mangás tendo por base o livro histórico. A produção deverá conter no mínimo 60% do conteúdo baseado no livro.
Conheça mais sobre este projeto e faça a sua inscrição na página Projeto Koonikkey

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